Quando a última árvore tiver caído, o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que o dinheiro não se come.

Greenpeace

I hope that God exists!

Ana Cristina Dias anadiasartist@gmail.com


terça-feira, 22 de junho de 2010

Cuidado minha filha, não dês conversa a ninguém



Tem cuidado minha filha, não dês conversa a ninguém, Acrílico sobre papel, 70x100, 2010

Havia uma mata magnífica, ficava mesmo atrás da casa da menina, era tão bonita e tão calma que todas as crianças achavam o local ideal para brincar. Alguns sabiam que aquela beleza escondia o perigo, antes vivenciado por outros e outras meninas. Era como a história do Capuchinho, havia um lobo mau que se fazia passar por um inocente brincalhão e .... Zás
Cuidado minha filha, não dês conversa a ninguém!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

O Coelho mimado



O coelho mimado, 70x100cm, Acrílico sobre papel

A menina queria à força que o seu Coelho, chamado Miguel, fosse o Coelho da Alice no país das maravilhas. O bicho não passava de um mimado que largava caganitas pelos cantos da casa e devastava todos os fios eléctricos que estavam ao seu alcance, era só o que ele fazia todo o santo dia, mas ela esperava que ele lhe indicasse o caminho para o mundo dos sonhos.

exposição




também vão estar nesta exposição colectiva outros 4 trabalhos dos bichos

exposição




Vou participar com 4 trabalhos nesta colectiva

segunda-feira, 31 de maio de 2010



Ensaio no circo, Acrílico sobre papel, 70x100cm, 2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Sentada na cama com os gatos



Sentada na cama com os gatos, Acrílico sobre papel, 70x100cm, 2010
Colecção particular

pormenor



Pormenor de:
Sentada na cama com os gatos

terça-feira, 11 de maio de 2010

A menina e o gato




A menina e o gato, Acrílico sobre papel, 2010

domingo, 25 de abril de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

A menina árvore



A menina árvore, Acrílico sobre papel, 50x70cm, 2010
Colecção particular

Um dia a menina acordou e dos seus cabelos nasceram galhos e ramos, num abrir e fechar de olhos formou-se uma grande e pesada árvore, nela havia uma dezena de ninhos, aqueles que em tempos passados ela inocentemente destruía.
A sua curiosidade de criança levava-a a subir às árvores e com as suas pequenas mãos partir á descoberta dos frágeis ninhos, sem saber ela tinha impedido de muitas aves se lançarem nos prazeres do voo porque interrompera as suas vidas ainda dentro do ovo. Como castigo, agora, tinha que suportar o peso de uma velha árvore carregada de ovos e os seus pequenos braços não conseguiam alcança-los.