Quando a última árvore tiver caído, o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que o dinheiro não se come.

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sábado, 16 de abril de 2011

A sala com paredes de cartão


A sala com paredes de cartão, Acrílico s/tela, 100x80cm

Há muitos anos atrás, tinha uma tia chamada "tia" Brígida, que era modista de alta costura, o seu atelier de costura era na sala maior da sua casa antiga. As paredes eram de cartão, eu achava estranho e engraçado ao mesmo tempo.
Eu tinha um respeito muito grande por aquela casa onde todos contavam história de espíritos e fantasmas. Hoje lembro com saudades as tardes passadas a escolher restos dos trapos que sobravam dos vestidos e apanhar os alfinetes que caíam no chão.

3 comentários:

  1. Olha eu de novo, repetindo elogios... merecidíssimos por sinal!
    Pintura densa! Pintura expressiva!

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  2. Obrigada Geraldo, como artista também sabe o quanto é bom ouvir elogios, fortalece-nos e dá-nos animo para continuar. bom trabalho
    bjinhos
    ACD

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  3. Pintura intimista, pintura densa onde as fantasias da autora se misturam com a "realidade" contextual. Pintura da boa! Parabéns!

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