Quando a última árvore tiver caído, o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que o dinheiro não se come.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O mascarado e a rapariga adormecida

O mascarado e a rapariga adormecida Acrílico s/tela, 130X50cm (des)mascarar nasceu de uma leitura de mim mesma, numa narrativa intimista da minha experiência vivencial. (des)mascarar revela o enigma das nossos sentimentos e a forma como nos oferecemos ao mundo e aos outros, tão naturalmente que a máscara se funde e confunde com a pele na manifestação das nossas personaliades. (des)mascarar é também um estímulo à fantasia, um desafio, o gozo da provocação e da imprevisibilidade.

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