Quando a última árvore tiver caído, o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que o dinheiro não se come.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O gato ao Luar



O Gato ao luar, Acrílico sobre papel, 70x100cm

Todos lhe chamavam o Lobisomem, mas não passava de um pachorrento e meigo bichano que só saía quando havia luar, era tão medroso que qualquer ausência de luz era suficiente para ficar em casa dias e dias. Vivia numa mansão que tinha a fama de ser habitada por fantasmas, diziam as pessoas da terra que há noite de lua cheia ouviam-se uivos e que as as sombras se mexiam. quando a lua dava sinal de si, o Gato ficava tão feliz que emitia mius sonoros e de tanta alegria corria tanto e tão rápido que só o rasto da sua sombra se via.

1 comentário:

  1. Realmente começo a gostar mais dos quadros agoraa por terem este ar sombrio e mistico dado pelas cores escuras, verdes, roxos e tudo mais x)

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